quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Entorse de tornozelo – Diferentes níveis de gravidade
A entorse de tornozelo é uma
torção do pé muito comum. Sendo esta a causa de mais de 85% das lesões
no tornozelo. Na maioria dos casos ocorre uma pequena lesão, sem ruptura
de ligamentos e com prognóstico terapêutico.
A entorse é muito freqüente em atletas em que o esporte exija movimentos bruscos, de torção e/ou corrida.
As entorses mais comuns são em
inversão do pé, que força a articulação para fora. Neste caso, pode
haver lesão em algum dos ligamentos que ligam a fíbula aos ossos do pé
(talofibular anterior e posterior e calcaneofibular).
Já as entorses em eversão do pé,
quando há uma força do pé para dentro, pode-se afetar o ligamento
deltóide. Essas lesões são mais raras, devido, principalmente a
espessura e resistência desse ligamento. Porém, quando rompido, há uma
maior gravidade e aumenta o tempo de recuperação.
Após um entorse os principais
sinais de alerta são: dor intensa, perda da propriocepção (sensibilidade
ao apoiar o pé), diminuição da movimentação, inchaço e vermelhidão.
Estes indicam grave processo inflamatório e um médico deve ser
procurado.
A gravidade destes traumas é dividida em três diferentes níveis:
- Primeiro nível: estiramento dos ligamentos, mas sem ruptura dos mesmos. Pode haver alguma dor e inchaço;
- Segundo nível: ruptura parcial dos ligamentos e instabilidade articular. Acompanha dor, edema e rigidez articular, de intensidade moderada a severa;
- Terceiro nível: ligamentos totalmente rompidos e grande instabilidade no pé (falta de “firmeza” ao andar).
Em todos os casos é necessário
certo período de repouso, com uso de gelo e compressas. A reabilitação
se faz necessária, principalmente nos casos de nível três, cujos
exercícios de reabilitação podem envolver movimentos ativos dentro da
amplitude de movimento ou movimentos controlados da articulação do
tornozelo, sem resistência. Exercícios na água podem ser usados, caso os
exercícios de fortalecimento em solo, sejam muito dolorosos. Exercícios
de membros inferiores e atividades de endurance são adicionados como
tolerado. Propriocepção é muito importante, pois a falta dela é uma das
principais causas de repetição da entorse e uma articulação do tornozelo
instável. Uma vez que dor cessar, outros exercícios podem ser
adicionados, tais como exercícios de agilidade. O objetivo é aumentar a
força e amplitude de movimento, com o tempo o equilíbrio melhora.
A terapia manual dos casos de
entorse de tornozelo é importante como intervenção precoce para que a
reabilitação evite a intervenção cirúrgica.
Via: Blog Fisioterapia Manual.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
O Poder do Toque
O
ser humano é um ser social e precisa, entre vários fatores para se
relacionar, de toque. Ao tocarmos uma pessoa transferimos e recebemos
nossas energias. Muita gente não sabe o valor de um bom abraço. É uma
necessidade dos seres vivos. Os animais também se tocam e isso faz parte
do desenvolvimento motor. Observemos os filhotes, sejam de cães, gatos e
etc. Eles rolam, brincam, ensaiam defesas e aguçam instintos. As
crianças também brincam, rolam e se comunicam pelos sentidos incluindo o
tato, o toque. Experimentos clínicos mostram a diferença de reação à
doença quando enfermos são tocados pelos profissionais de saúde. Um
simples gesto de acariciar a cabeça de um enfermo já é suficiente para,
pelo menos, momentaneamente a pessoa se sentir confortada.
O Toque é uma das necessidades mais básicas do ser humano e ocorre em
todas as culturas.Ele pode ser usado como método de comunicação e
aprendizado, além de proporcionar conforto e aumento da auto-estima. O
toque é necessário para o crescimento, desenvolvimento e função
imunológica. A criança que recebe o toque, recebe amor. Além disso, foi
comprovado cientificamente que a ausência de toque pode causar barreiras
significativas ao desenvolvimento dos seres humanos e dos animais. Seja
através de carinho, massagem, abraços ou um simples aperto de mão, o
toque está no nosso cotidiano e nem percebemos.
As crianças costumam explorar os objetos levando os à boca para
descobrir sua forma, textura e temperatura. Quando os bebês choram, são
confortados ao serem colocados no colo, acariciados e beijados. Esse
aspecto reconfortante do toque continua na vida adulta. Os adultos usam o
toque para se comunicar, expressar solidariedade.
Foi talvez uma das primeiras formas de tratamento. Tocar para serenar, tocar para aliviar a dor, tocar para encorajar...
Postado por Letícia Martins de Lima. Blog Fisioterapia Pediátrica.
Musicoterapia e Fisioterapia!
A
Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções
do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração
intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de
vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento.
Muita
gente se beneficia com a música. Entre estas estão incluídas pessoas
com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental,
paralisia cerebral, dificuldades emocionais, pacientes psiquiátricos,
gestantes e idosos. O trabalho musicoterápico pode ser desenvolvido
dentro de equipas de saúde multidisciplinares, em conjunto com
médicos,fonoaudiólogos, fisioterapeutas e educadores.Também pode ser um
processo autônomo realizado em consultório.
O
uso da música como método terapêutico vem desde o início da história
humana. Alguns dos primeiros registros a esse respeito podem ser
encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos.O processo da
musicoterapia pode se desenvolver de acordo com vários métodos. Alguns
são receptivos, quando o profissional toca música para o paciente. Este
tipo de sessão normalmente se limita a pacientes com grandes
dificuldades motoras ou em apenas uma parte do tratamento, com objetivos
específicos. Na maior parte dos casos a musicoterapia é ativa, ou seja,
o próprio paciente toca os instrumentos musicais, canta, dança ou
realiza outras atividades junto com o terapeuta. A forma como o
musicoterapeuta interage com os pacientes depende dos objetivos do
trabalho e dos métodos que ele utiliza.
"A
música atinge em cheio o sistema límbico, região do nosso cérebro
responsável pelas emoções, pela motivação e pela afetividade", explica
Maristela Smith, coordenadora da Clínica de Musicoterapia das Faculdades
Metropolitanas Unidas, em São Paulo.Esse é ponto chave da
musicoterapia: um método que usa o passado sonoro para tratar males de
todo tipo.
Na
fisioterapia infantil a musicoterapia só acrescenta. Um sessão se torna
uma "festa" quando se coloca música, ainda mais quando realizada por
profissional qualificado. A criança interage muito mais, os objetivos
fisioterápicos são alcançados mais rápido, além de proporcionar muito
mais prazer. O fato de se colocar música no momento da sessão já
modifica o tônus, os batimentos cardíacos, frequência respiratória entre
outros parâmetros. Quando a fisioterapia e musicoterapia estão juntas
no mesmo momento, quem sai ganhando é o paciente. Os profissionais se
sentem realizados por verem seus resultados. E a família certa de que
está no caminho correto!
Estudos
provam que o cérebro dos músicos tem mais massa cinzenta
particularmente nas regiões responsáveis pela audição, visão e controle
motor. Mesmo aqueles que não tabalham com a música mas que a tem no seu
cotidiano têm estímulos cerebrais bastante intensos nessas áreas. Por
esta razão a fisioterapia motora infanti,l que é justamente a busca pelo
controle motor e aprimoramento do mesmo, se beneficia tanto da
musicoterapia.
Por
todas essas razões, a linguagem musical tem sido apontada como
importantíssima área de conhecimentos a ser trabalhada na Educação
Infantil, ao lado da linguagem oral e escrita, do movimento, das artes
visuais, da matemática e das ciências humanas e naturais.
Se
preocupe com isso! Observe seu filho. Será que ele está ouvindo música
suficiente? Pense no seu paciente. Será que não poderia inserir a música
na sessão?
A
Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções
do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração
intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de
vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Fones de ouvido e música alta fazem jovens perder audição cada vez mais cedo, diz especialista
Estudos elaborados por universidades de todo o mundo mostram que a perda
de audição tem se tornado cada vez mais comum entre a população jovem. A
causa? A poluição sonora das ruas, as vozes e ruídos intensos no
trabalho e o mais prejudicial e perigoso: o som alto que sai dos fones
de ouvido conectados ao iPod ou aparelho MP3. De acordo com o
otorrinolaringologista do Hospital Federal da Lagoa/RJ,
Leopoldo Simões, nossos ouvidos são capazes de tolerar, sem danos, no
máximo 80 decibéis por até oito horas diárias. “Ouvir musica com volume
muito alto pode ocasionar perda auditiva em virtude de lesão das
células responsáveis pela audição localizadas na orelha interna. Com o
fone é ainda pior, pois a fonte sonora está mais próxima à parte
interior, ao passo que o som ambiente pode se dissipar”, afirma.
Simões diz que a perda auditiva gradual é comum a partir da terceira e
quarta décadas da vida, tanto por fatores genéticos quanto ambientais.
Com o abuso de tecnologias sonoras, os jovens acabam acelerando esse
processo. Em alguns casos, o prejuízo não pode ser recuperado. “A perda
de audição pode ser reversível dependendo da causa. O reestabelecimento
visa substituir a função da estrutura acometida, fazendo com que a onda
sonora seja transformada em onda elétrica até sua chegada ao córtex
cerebral, onde teremos consciência do som captado no ambiente”,
explica o médico.
Sejam jovens ou com mais idade, todas as pessoas que trabalham com fones
de ouvido – como os atendentes de telemarketing e recepcionistas –
devem ficar atentas à saúde auditiva. “Eles devem fazer rodízio de
orelha a cada 45 minutos ou hora de trabalho, para descanso
alternado.” Também é importante fazer exames de audiometria a cada seis
meses ou anualmente, de acordo com o caso, e evitar ambientes com ruídos
intensos.
O médico afirma ainda que é comum não perceber a perda de audição
imediatamente e que muitas pessoas só descobrem o prejuízo auditivo
quando o quadro está mais agravado. “Normalmente quem está começando a
perder a audição não se queixa. Mas à medida em que o déficit aumenta, o
indivíduo começa a reclamar que as pessoas estão falando baixo e que
não consegue entender o que os outros falam. Na realidade, é a audição
dele que já está em perda, pelo menos moderada.”. Ao perceber qualquer
alteração no ouvido ou na audição, é imprescindível buscar ajuda de um
otorrinolaringologista.
Fonte: Larissa Domingues / Agência Saúde
MAIS MÉDICOS
CRMs só podem exigir documentos estabelecidos pela MP do Mais Médicos
Parecer da presidenta Dilma e da AGU define
que registro dos médicos estrangeiros deve ser emitido a partir da
entrega de diploma, habilitação e declaração de participação no programa
Para emissão de
registro profissional aos participantes do Mais Médicos, os conselhos
regionais de medicina (CRMs) em todo o Brasil só podem exigir os
documentos estabelecidos pela Medida Provisória (MP) 621/2013 que
instituiu o programa. Foi o que determinou o parecer 051/2013, assinado
pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pelo Advogado-Geral da
União, ministro Luís Inácio Adams, publicado nesta segunda-feira (16) no
Diário Oficial da União. O parecer tem força de lei, e os conselhos que
exigirem documentos extras cometerão ação de improbidade
administrativa, estando sujeitos a ações judiciais.
Conselhos de
diferentes estados do país estavam exigindo informações extras, tais
como: revalidação de diploma, os nomes do tutor e do supervisor e o
endereço das Unidades Básicas de Saúde (UBS) onde os profissionais iriam
atuar. A medida provisória do Programa Mais Médicos estabelece que os
CRMs devem exigir da coordenação do programa a declaração de
participação do profissional; cópia de documentos que comprovem nome,
nacionalidade, data e lugar do nascimento, filiação; habilitação
profissional para o exercício de Medicina e diploma expedido por
instituição de educação superior estrangeira.
Para o ministro
Adams, as exigências dos conselhos regionais têm conteúdo político, não
jurídico nem técnico. “Esta é uma reação política, corporativa, que não
está atenta à necessidade da população brasileira. A finalidade é
impedir o andamento do programa. Qualquer negação de registro é
descabida, indevida e viola a lei. Não podemos aceitar que o programa
seja atacado com medidas postergatórias”, declarou durante coletiva à
imprensa na sede do AGU, em Brasília, nesta segunda-feira (16).
“Por conta
destas exigências, desde o final de agosto nenhum registro provisório
dos 682 médicos participantes do programa foi emitido. E só conseguimos
protocolar 624 pedidos de registro”, afirmou o secretário de Gestão da
Educação e do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales.
O ministro
Adams afirmou que há por parte dos conselhos tentativa de intimidar os
tutores como se eles fossem solidariamente responsáveis pelos atos
profissionais dos médicos estrangeiros participantes do programa. “É
responsabilidade do médico a prática”, frisou. No entender da AGU, ao
exigirem do médico estrangeiro do nome de tutor ou supervisor, os CRMS
estão se negando a exercer função que é deles, de fiscalizar a atuação
do profissional.“O governo não quer excluir os conselhos do programa, ao
contrário, eles são parte essencial deste processo, tem papel de
fiscalizar a atuação destes profissionais”, esclareceu.
O parecer
publicado nesta segunda-feira (16) também esclarece que os médicos
participantes do programa são responsáveis pelos seus atos
profissionais, conforme determinação do Código de Ética Médica, o que
afasta qualquer responsabilidade subsidiária dos tutores e orientadores
do programa. “Os conselhos profissionais são entidades paraestatais, têm
competência delegada pelo estado. Não são um estado dentro do estado”,
afirmou o ministro Adams.
A norma
assinada pela presidenta Dilma estabelece que os conselhos federal e
regionais de Medicina são entidades de natureza autárquica e exercem
funções delegadas pelo poder público. Dessa forma, estão submetidos aos
princípios que regem a administração pública, isto é, não tem
governabilidade própria.
UFC abre concurso com 45 vagas em diversas áreas
A Universidade Federal do Ceará (UFC) está com inscrições abertas para
concursos visando a contratação de técnicos-administrativos. Ao todo
estão sendo ofertadas 45 vagas distribuídas entre funções dos níveis
fundamental, médio e superior.
O Edital nº 333/2013 está disponibilizando oito vagas nas seguintes
funções: Administrador, Arquivista, Biólogo, Economista, Historiador,
Museólogo, Nutricionista e Técnico em Contabilidade. De acordo com o
edital, todos os postos correspondem a uma vaga cada e são destinadas a
ao Campus de Fortaleza, exceto Administrador e Nutricionista, com
lotação no Campus de Crateús.
Clique AQUI para ler o Edital 333/2013
Já o edital de nº 334/2013 seleciona para os seguintes cargos:
Engenheiro de Teleinformática, Jornalista – Assessoria de Imprensa,
Jornalista – Televisão, Médico – Patologia, Médico Veterinário, Tradutor
Intérprete em Língua Inglesa e Fotógrafo. Para essas funções são
ofertadas uma vaga para cada cargo.
Técnicos de Laboratório nas habilitações em Teleinformática, Microscopia
Eletrônica, Microscopia Óptica, Química e Fertilidade de Solos,
Biotério, Movimento Humano, Eletromecânica, Ótica, Telefonia, Física e
Química, disporão de onze vagas no total.
Para Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais, Contramestre/Sistemas
Gráficos serão ofertadas um total de 12 vagas. De acordo com o edital,
todas as vagas são lotadas no Campus de Fortaleza, exceto os cargos de
Técnico de Laboratório em Química e Física, destinados ao Campus de
Russas.
Clique AQUI para ler o edital 334/2013.
Para mais informações, ligue para a Divisão de Planejamento e
Movimentação de Pessoal da Progep – fone: (85) 3366 7407 ou clique AQUI e acesse o site da Coordenadoria de Concursos.
Via: Blog Sobral em Revista.
Assinar:
Postagens (Atom)
