TRÊS SAPATOS QUE FAZEM MAL PARA OS SEUS PÉS
Especialistas apontam que uso excessivo de sapatilhas, chinelos e saltos anabela podem causar danos aos pés, costas e quadril
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As delicadas sapatilhas tipo bailarina equivalem a andar sobre um pedaço de papelão, por não ter apoio ao arco do pé, reporta o site especializado WebMD. Isso pode causar um doloroso problema nos pés chamado fascite plantar. Se você ama o estilo, tente palmilhas para evitar uma dor moderada, afirma o website. Ainda assim, elas não fazem milagres, então usar sapatilhas todos os dias não é aconselhável. Chinelos são perfeitos para ocasiões informais, como ficar em casa, ir à praia, à piscina, mas quando falamos de longas caminhadas, os especialistas do pé fazem um apelo: usem sapatos de verdade para fazê-lo (homens, isso também inclui vocês). Eles são também uma péssima ideia para praticar esportes, fazer hiking, ou mesmo usar em longas caminhadas urbanas. Diferentemente de sapatos resistentes, chinelos também não oferecem apoio ao arco dos pés, amortecimento para calcanhares ou absorção de choques, segundo a Associação Médica Americana de Podiatria. Isso também pode resultar fascite plantar, além de problemas nos joelhos, nos quadris e nas costas Uma opção melhor seriam as papetes ou tênis tonificadores, que foram desenhados para intensificar o exercício durante caminhadas. Enquanto o Conselho Americano de Exercício diz que não há evidências de que eles realmente tonifiquem mais, o solado mais grosso nos sapatos fazem um trabalho melhor na proteção dos pés, e alguns deles oferecem um bom sustento do arco plantar. Outro sapato que pode trazer problemas é a sandália anabela com palmilhas rígidas, o que experts dizem que pode comprometer a biomecânica do caminhar. Se você adora as sandálias anabelas, opte por sandálias de alturas menores, o que pode colocar menos tensão nos pés, diz o site WebMD. |
Fonte: Gazeta do Povo (Fisioterapia.com)
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
FISIOTERAPIA NO ALÍVIO DA DOR
01/08/13
A principal meta é a qualidade de vida e a minimização dos sintomas; neste caso, especialmente da dor.
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A dor no câncer pode decorrer desde a infiltração (invasão) neoplásica dos tecidos, de procedimentos terapêuticos, bem como de síndromes paraneoplásicas. O câncer pode gerar lesões dos receptores de dor denominados nociceptores. Os nociceptores podem ser ativados por diversos estímulos (mecânicos, térmicos ou químicos) e sensibilizados por estímulos químicos endógenos (serotonina, substância P, bradicinina, prostaglandinas e histamina) após uma lesão tecidual. A dor relacionada à infiltração tecidual pode ocorrer através do osso, compressão de troncos nervosos periféricos, no neuro-eixo, vísceras ocas, vísceras parenquimatosas, invasão e oclusão de vasos sanguíneos, infiltração de mucosas, tegumento e estruturas de sustentação. Ao falarmos de procedimentos terapêuticos citamos a dor incisional e cicatricial, pós-amputação, pós-quimioterapia, pós-radioterapia, supressão de corticosteroides, mucosite, neuropatia pelo vírus herpes zoster, neuropatia actínica, uso de morfina e epigastralgia por doença péptica. Entretanto, as síndromes paraneoplásicas poderão ser ocasionadas por agentes liberados na circulação por células neoplásicas como também por mecanismos reacionais; dentre eles incluem-se a dermatomiosite, miopatias, artrites, síndrome dolorosa do tromboembolismo por hipercoagulabilidade, imobilismo e distrofia simpático-reflexa. Faz-se necessária uma minuciosa avaliação da dor para que haja um tratamento adequado. Pode-se recorrer ao uso de instrumentos de avaliação (escalas de avaliação da dor) e seus domínios como forma de mensuração, e complementarmente as escalas de funcionalidade. CUIDADOS PALIATIVOS E A FISIOTERAPIA A fisioterapia atua na prevenção de complicações, sejam estas da esfera osteomioarticular, respiratória, e por desuso, que causem danos físicos e funcionais ao individuo através orientações domiciliares, diagnóstico e intervenção precoce, por meio de condutas que favorecem a melhoria da qualidade de vida e a redução tanto dos custos pessoais quanto hospitalares. A atuação deve ser realizada em todas as etapas da neoplasia: pré-tratamento, durante o tratamento, após o tratamento, na recidiva da doença e nos cuidados paliativos. Os profissionais da fisioterapia dispõem de recursos que podem intervir no tratamento paliativo de pacientes com câncer. Estes cuidados são responsáveis por desenvolver um tratamento para doentes sem possibilidades de cura, monitorando e diminuindo os sinais e sintomas físicos, psicológicos e espirituais. Desta forma, visam, sempre que possível, à construção e manutenção da independência funcional do paciente através da preservação da vida e alívio dos sintomas por recursos fisioterapêuticos como: terapia para dor, alívio dos sintomas psicofísicos, atuação nas complicações osteomioarticulares, reabilitação das complicações linfáticas, cardiopulmonar, atuação na fadiga, alterações neurofuncionais, úlceras de pressão. Mediante a fase da enfermidade, a reabilitação paliativa tenta amenizar o impacto do avanço da patologia, minimizando seus sintomas e incentivando o paciente a realizar atividades funcionais e até mesmo participar de seu tratamento, respeitando seu limite funcional. A evolução da doença causa sofrimento ao paciente e à família, e reconhecer a fase em que o paciente se encontra é importante, uma vez que permite uma adequação ao tratamento e entender que a terminalidade não se restringe apenas aos últimos dias de vida. Um fator importante nestes pacientes é a questão da morte. Saber lidar com esta situação é um dos fatores mais angustiantes para os profissionais e exige extrema delicadeza, pois muitos encaram esta dificuldade experimentando um desconforto com a situação, seguido de inevitáveis frustrações profissionais. Além disso, a relação da morte e do morrer e seus cuidados são ainda desconhecidos até mesmo no ambiente acadêmico, e perpetuam-se durante a vida profissional. De acordo com o CREFITO e a resolução do COFFITO nº10 de 03/07/78, que aprova o Código de ética Profissional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, no capítulo II art.7º está explícito como dever do fisioterapeuta no exercício profissional: o zelo, o respeito à vida humana desde a concepção até a morte, a prestação de assistência, respeitando a dignidade e os direitos da pessoa humana, a utilização de todos os conhecimentos técnicos e científicos, respeito ao natural pudor e intimidade, bem como o respeito do direito de decisão da pessoa de seu bem-estar e a informação sobre seu diagnóstico e prognóstico fisioterapêutico. A fisioterapia não busca apenas a funcionalidade do paciente, mas a manutenção de uma comunicação, objetivando estreitar a relação profissional-paciente, gerando mais confiança do doente em relação ao terapeuta e conforto. Tais condutas diminuem a sensação de abandono que aflige muitos pacientes em fase avançada e seus familiares. A FISIOTERAPIA NO ALÍVIO DA DOR A dor no câncer é talvez o sintoma mais angustiante que apresenta um paciente com neoplasia, devido à deteriorização de sua qualidade de vida. Os sintomas apresentados em pacientes com neoplasia avançada podem ser múltiplos, intensos e multifatoriais. Fatores como dor e a perda da independência são complicações temidas pelos pacientes. A diversidade deles faz com que se tenha uma preocupação na monitorização de evolução, intensidade, causa, impacto sobre as AVD's, estado emocional e probabilidade de controle. A utilização de recursos manuais, meios físicos e ortóticos minimizam a percepção sintomática da dor. Dentre as modalidades terapêuticas podemos citar a cinesioterapia, eletrotermoterapia e órteses (muletas, andadores, cadeiras adaptadas e coletes). Os agentes físicos mais utilizados são o calor, o frio e as correntes elétricas. Tais recursos podem ser utilizados em associação, incluindo a massagem, acupuntura, técnicas de relaxamento, distração e respiração. Os métodos de terapia manual podem ser utilizados para complementar o alívio da dor, diminuindo a tensão muscular, melhorando a circulação tecidual e diminuindo a ansiedade do paciente. Com o alívio da dor em Cuidados Paliativos busca-se, acima de tudo, o bem estar e conforto do paciente. Mas é importante frisar que a dor não afeta apenas quem a sente, mas também exerce um impacto significativo nos cuidadores, que muitas vezes se sentem incapazes de aliviar tal sintoma.1,7,10 Termoterapia A termoterapia é uma modalidade que possibilita a vasodilatação, o relaxamento muscular, a melhora do metabolismo e circulação local, a extensibilidade dos tecidos moles, a alteração de propriedades viscoelásticas teciduais e a redução da inflamação. A termoterapia por calor superficial pode ser realizada através do uso de bolsas térmicas, banhos de contraste, banhos de parafina, infravermelho, forno de Bier, hidroterapia de turbilhão e por calor profundo, os mais utilizados são o ultrassom, ondas curtas, laser e microondas. A termoterapia superficial pode ser utilizada para aliviar a dor de pacientes em tratamento paliativo. O objetivo é o de promover o alívio do espasmo muscular, interferindo no ciclo dor-espasmo-dor, aumento da extensibilidade tecidual e relaxamento muscular em indivíduos portadores de tumores, os quais podem estar comprimindo estruturas neuromusculares e, dessa forma, causando dor. A utilização do frio (crioterapia) pode ser utilizada em disfunções musculoesqueléticas, traumáticas, inflamatórias incluindo processos agudos. No entanto, não há estudos conclusivos sobre a diminuição de dor oncológica através de crioterapia, porém sua aplicação pode ser útil para dores músculo-esquelética. Vale ressaltar que a termoterapia superficial com calor está contraindicada, quando aplicada diretamente sobre áreas tumorais. A vasodilatação provocada pelo calor superficial pode oferecer riscos na disseminação de células tumorais por via linfática e hematogênica. Desta forma, aplicam-se ao calor profundo as mesmas restrições sob todas as formas de apresentação (ondas curtas, ultrassom e laser), cujo aumento do metabólico local gerado pelo calor pode disseminar as células tumorais. Tais cautelas também deverão ser tomadas em áreas desprovidas de sensação térmica e sobre as áreas de insuficiência venosa, tecidos lesados ou infectados, bem como irradiados. Eletroterapia A eletroterapia consiste na utilização de corrente elétrica com finalidades terapêuticas promovendo analgesia pelo efeito contrairritativo, resultando na ativação do sistema supressor da dor e produzindo uma sensação que interfira na sua percepção. Esse efeito pode persistir por períodos longos, determinando o desaparecimento da dor. As correntes elétricas com fins analgésicos mais utilizadas são as TENS. A Eletroestimulação Nervosa Transcutânea (TENS) é bastante utilizada na fisioterapia para fins clínicos, por ser uma técnica analgésica simples e não invasiva que pode ser aplicada na clínica por profissionais de saúde ou em casa pelos próprios pacientes. A TENS é usada principalmente para o manejo sintomático da dor aguda e dor crônica. Atua sobre as fibras nervosas aferentes como um estímulo diferencial que "concorre" com a transmissão do impulso doloroso. Ativa as células da substância gelatinosa, promovendo uma modulação inibitória segmentar, e ao nível do SNC (sistema nervoso central), estimula a liberação de endorfinas, endomorfinas e encefalinas. O efeito analgésico, neste caso, ocorre pelos opioides endógenos (as endorfinas) que são liberados no corpo para que se liguem a receptores específicos no sistema nervoso central e periférico, diminuindo a percepção da dor e as respostas nociceptivas; portanto, a eletroestimulação alivia a dor devido à liberação de endorfinas, aumentando os números de opioides endógenos circulantes no liquido cerebroespinhal. Cinesioterapia Na presença de dor oncológica é comum os pacientes reduzirem a movimentação e a atividade física. Este padrão comportamental gera o comprometimento gradual do condicionamento físico e da força muscular, bem como da flexibilidade e da capacidade aeróbica, predispondo o paciente ao desenvolvimento da síndrome de imobilização. Nos estágios mais avançados, o desuso e estado de caquexia favorecem a atrofia muscular. A cinesioterapia é uma terapia que se utiliza de movimentos como forma de tratamento, a partir de movimentos voluntários que proporcionam a mobilidade, a flexibilidade, a coordenação muscular, o aumento da força muscular e a resistência à fadiga. Na orientação dos doentes com dor oncólogica deve-se dar atenção à nocividade da inatividade, realizando esclarecimentos em virtude de seus efeitos deletérios a médio e curto prazo. É necessária a compreensão sobre os benefícios dos exercícios para a manutenção da flexibilidade e da força muscular, bem como da importância da função do aparelho locomotor, da manutenção do condicionamento cardiovascular e respiratório. Os programas de atividade física têm como objetivo desenvolver a força e o trofismo muscular, o senso de propriocepção do movimento, resgatando a amplitude do movimento articular e prevenindo a imobilidade no leito, mas devem levar em consideração o estado funcional do paciente. Um bom norteador são as escalas de funcionalidade (ECOG e Karnofsky) utilizadas em cuidado paliativo. Massagem A massagem é uma técnica utilizada como terapia complementar nos pacientes com câncer, com o objetivo de proporcionar o alívio da dor. Define-se como a manipulação dos tecidos moles do corpo, executada com as mãos, com o objetivo de produzir efeitos sobre os sistemas vascular, muscular e nervoso, produzindo a estimulação mecânica dos tecidos através da aplicação rítmica de pressão e estiramento. Quando exercida nos tecidos, estimula os receptores sensoriais, produzindo sensação de prazer ou bem estar; por outro lado, o estiramento reduz a tensão sobre os músculos e produz relaxamento muscular. Desta forma a massagem induz o relaxamento muscular e o alívio da dor. Órtese As órteses são dispositivos que podem ser de uso definitivo ou não, com o objetivo principal de alinhar, prevenir e/ou corrigir deformidades, além de contribuir na minimização de quadros álgicos. Atualmente, também pode ser designada como tecnologia assistida cujo conhecimento deve ter característica interdisciplinar com métodos e estratégias que objetivam a promoção de funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com alguma deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida; visa à autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social desses indivíduos. A dor é um sintoma frequente associado à metástase óssea, cujo sítio pode ser por invasão tumoral direta ou por outras vias. De acordo com sua localização representa um sinal de envolvimento ósseo, bem como de uma futura fratura patológica. O uso profilático de uma órtese propicia a estabilização de uma lesão dolorosa e auxilia na prevenção de fraturas, evitando uma experiência álgica maior, além da restrição e perda da mobilidade voluntária. A sua utilização ou de veículos auxiliares para marcha permitem ao paciente uma maior funcionalidade do membro e a preservação de sua mobilidade e autonomia. Nos casos de lesões ósseas em nível da coluna vertebral, as órteses podem proporcionar o único meio de proteção do canal vertebral. O tipo da órtese dependerá do quadro de instabilidade e os movimentos que necessitam de proteção e estabilização. |
Fonte: Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto - Vol. 11 , N. 2 - Cuidados Paliativos (Fisioterapia.com)
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CADEIRA DE RODAS MAIS LEVE
Instituto de reabilitação de São Paulo cria modelo de cadeira de rodas mais leve
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O produto, batizado de M Leve, foi lançado nesta semana pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência no Fórum Reabilitação, que traz novidades em acessibilidade. Foram produzidas 30 cadeiras. Elas serão testadas por seis meses e depois entrarão em produção regular. "As cadeiras disponíveis hoje no SUS são inviáveis para a vida social e profissional", afirma o dentista José Roberto Mendes, 45. Ele foi o primeiro a testar a M Leve e já sugeriu ajustes no apoio de pé, rodas e encosto. "Talvez dê para ficar mais leve", diz. A M Leve pesa 7 kg, abaixo da média do mercado. A cadeira será fornecida aos pacientes da Rede Lucy Montoro. O governo pagará a diferença ente o valor coberto pelo SUS e os custos de produção, já que o preço do novo modelo ainda é alto. "Mas a manutenção e as peças são nacionais. É importante fomentar a indústria a pensar nas necessidades dos pacientes", diz o fisiatra André Sugawara. |
Fonte: Folha (Fisioterapia.com)
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Dicas para alimentar-se bem
- Procure
iniciar seu dia com um bom copo de suco desintoxicante, passando a
informação de que há uma cumplicidade de você para com seu corpo, no
sentido de ajudá-lo a acordar e se aliviar de todos os seus venenos e
toxinas.
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Procure consumir alimentos variados todos os dias, para garantir todos
os nutrientes necessários. Ah! Não se esqueça das sementes cruas como a
de girassol, linhaça e do Pará, que são fontes de nutrição para o
cérebro, todas as membranas e pele, assim como para o equilíbrio
hormonal. Mas, atenção nas quantidades, pois elas são tão poderosas que o
consumo diário deve ser baixo. Tipo: girassol - 1 colher sobremesa /
linhaça - 1 colher sopa / castanha do Pará - 1 unidade.
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Procure escolher os alimentos da época pois estão mais baratos, bonitos
e plenos de nutrientes. Em geral, alimentos da época contêm menos
agrotóxicos. Esse é o motivo pelo qual na cultura orgânica, você só
encontra disponível no mercado as variedades da época.
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Aumente seu consumo de fibras, preferindo frutas, raízes, sementes,
legumes, folhas e cereais integrais crus e frescos, idealmente
orgânicos.
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Diminua o consumo de carne vermelha e, enquanto reduz o consumo de
carnes opte por peixes e aves. Escolha sempre cortes magros. Tire a pele
das aves: ela contém alto teor de gordura.
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Evite todos os laticínios. Mas enquanto há consumo opte pelos
desnatados. Evite sorvetes cremosos; prefira o frozen yogurt ou os
sorvetes de frutas que não levam leite em sua composição.
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Use menos sal e evite os riscos da pressão alta. Tempere com limão,
ervas frescas e aprenda a apreciar o sabor natural dos alimentos. Evite
alimentos industrializados, como sopas prontas, carnes enlatadas,
embutidos e frios, que contêm muito sal, além de conservantes e aditivos
químicos.
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Diminua o açúcar refinado e os demais açúcares (mascavo, demerara e
cristal). Reduza ou elimine o consumo de refrigerantes, balas, bombons e
sobremesas muito doces. Açúcar engorda sem nutrir, deprime o sistema
imunológico, provoca várias doenças (anemia e osteoporose, entre elas) e
estimula processos depressivos. Fique atenta para o açúcar escondido
nos alimentos industrializados (pães, gelatinas, sucos, etc): leia os
rótulos! Compense usando frutas frescas ou secas, que é uma fonte de
açúcar integral e saudável.
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Procure beber de 6 a 8 copos de líquidos ao longo do dia na forma de
sucos desintoxicantes, chás de ervas (sem açúcar) e sopas
desintoxicantes (saborosíssimas) também valem.
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Mas, evite tomar líquidos na hora das refeições. Este hábito dilui as
enzimas e líquidos digestivos, provocando atrasos e fermentações, como
também expansão do volume estomacal. O ideal é tomar 1 suco
desintoxicante 30 minutos antes do almoço e do jantar, para assim
reduzir a compulsão alimentar como também a necessidade de beber
líquidos na hora errada.
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E finalmente: todo mundo sabe que o exercício regular promove a saúde e
o bem-estar, melhora a postura e afina a silhueta. Além disso, está
provado que o exercício contribui para diminuir o estresse, ajuda a
manter o peso ideal, aumenta a energia, previne a insônia e a ansiedade
e ajuda a viver muito mais. Existem variados e divertidos tipos de
exercício, escolha o seu!
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora
sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade
de vida.
Blog: Doce de Limão.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e a fonte.
FISIOTERAPEUTAS DA ESPANHA PODERÃO PRESCREVER MEDICAMENTOS
Um Projeto de Lei sobre vigilância farmacológica encontra-se em
tramitação no Congresso, propondo a modificação da Lei de Medicamentos
Vários partidos políticos da Espanha, entre eles a "Esquerda Unida" apresentaram diferentes emendas ao Congresso para incluir neste Projeto de Lei a "demanda histórica" dos Fisioterapeutas, abrangendo medicamentos não sujeitos a prescrição médica, além de produtos sanitários relacionados com o exercício da profissão. Além disso, duas emendas encaminhadas pelos partidos políticos do País estabelecem que o Ministério da Saúde, Serviços Sociais e Igualdade fará a acreditação desses profissionais, com efeito em todo Estado Espanhol "de acordo com o que se determinar em regulamento". Um determinado partido político tem defendido que a prescrição de produtos sanitários "resulta viável" e que os novos títulos de graduação em Fisioterapia na Espanha, contemplam a aquisição de conhecimentos para uso de medicamentos e de próteses ortopédicas. Do mesmo modo, acrescentam que esta ampliação de competência "não tem custo" e dá "cobertura legal" à atuação desses profissionais, e que há consenso parlamentar, como foi demonstrado recentemente em uma proposição de lei firmada por todos os grupos de parlamentares, pedindo ao Governo a aprovação de tal objetivo. Das 30 emendas apresentadas pelos "populares" a este Projeto de Lei, incluem-se duas destinadas a reforçar a competência do Estado na hora de definir os preços dos medicamentos e garantir condições de igualdade ao acesso a todo o Sistema Nacional de Saúde (SNS). |
Fonte: Redación Médica - Madrid (Fisioterapia.com)
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Seleção para Mais Médicos distribui 1.753 profissionais para 626 municípios
Médicos selecionados têm até sábado para validar a participação no programa
Do R7
Lista final será publicada nesta segunda-feira (5)Divulgação
A primeira seleção do Mais Médicos distribuiu 1.753 profissionais para
626 municípios do País, divulgou o Ministério da Saúde nesta
quinta-feira (1°).
Os médicos nesta fase têm até o próximo sábado (3) às 16h para validar a
participação no programa e assinar termo de compromisso, confirmando o
interesse no município indicado.
Todas as regiões contempladas neste primeiro mês de seleção estão entre
as prioritárias do programa, sendo que 51,3% estão em municípios com
maior vulnerabilidade no interior e 48,6% nas periferias de capitais e
regiões metropolitanas.
Dos 1.753 profissionais selecionados, 74% foram direcionados para sua
primeira opção entre os seis municípios que poderia escolher por ordem
de prioridade. Outros 232 ficaram com a segunda opção e os demais entre a
terceira e quinta.
A lista final com profissionais e municípios que participarão desta
primeira seleção será publicada na segunda-feira (5) no site do
Ministério da Saúde. A próxima chamada de médicos e municípios começa no
dia 15 de agosto.
Padilha critica protesto de profissionais de saúde contra o Mais Médicos
Da Agência Brasil
Ministro critica greve como forma de protestar contra Mais MédicosElza Fiuza/ABr
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou o cancelamento de
cirurgias e consultas em unidades do SUS (Sistema Único de Saúde), como
forma de protestar contra o programa Mais Médicos, anunciado pelo
governo federal.
— O Ministério da Saúde está com as portas abertas para ouvir sugestões.
Mas não concordo que se prejudique a população que às vezes espera
meses por uma cirurgia ou para uma consulta. Apresentem as propostas
concretas, mas não partam para uma tática que prejudique a população.
O ministro informou que passou a manhã na Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo (USP) ouvindo professores, representantes de
estudantes e médicos, que apresentaram sugestões ao Mais Médicos.
Segundo Padilha, o governo está aberto ao diálogo para aprimorar o
programa.
— Quem vier apresentar propostas, se manifestar e discutir soluções,
elas [as propostas] serão muito bem-vindas. Não acho correto prejudicar a
população, cancelando cirurgias e consultas por um programa que não
baixa o salário de ninguém, não tira emprego de ninguém, pelo contrário,
gera empregos e oportunidade para médicos brasileiros.
R7 Notícias.
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