quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O que é Alergia?

Alergia ou reação de hipersensibilidade é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno (substância estranha ao nosso organismo) e que ocorre em indivíduos suscetíveis (geneticamente) e previamente sensibilizados.

Sintomas de Alergia

Principais sintomas da asma

  • Sensação de "aperto" ou opressão no peito ("peito preso")
  • Falta de ar ou cansaço
  • Chiados no peito
  • Tosse, que pode acompanhar-se de eliminação de secreção (gosma branca).

    Principais sintomas da rinite alérgica

  • Espirros repetidos
  • coriza líquida e abundante
  • Coceira nasal insistente (ou coçam também os olhos, os ouvidos, céu da boca e garganta)
  • Mucosa nasal congestionada e narinas entupidas
  • olhos avermelhados, irritados, lacrimejando e coçando
  • Sensação de escorrimento da secreção pela parte de trás do nariz, que pode provocar pigarro ou tosse insistente
  • Alteração do olfato e do paladar
  • Tosse crônica noturna
  • Sinusite
  • Amigdalites
  • Faringites
  • Otites repetidas.

    Tratamento de Alergia

    É importante procurar um médico especialista, que irá pesquisar as causas da alergia e recomendar os remédios mais adequados para controlar a doença.

    Complicações possíveis

    Anafilaxia ou choque anafilático

    É uma reação alérgica grave, que provoca acometimento de todo o organismo; Dificuldade de respiração; Perda de consciência; Até a morte, quando não tratada imediatamente.

    Convivendo/ Prognóstico

    Dicas para uma casa saudável

  • Ventilação: manter janelas abertas durante o dia. Não tenha receio: vento não faz mal
  • Móveis: o mobiliário deve ser simples, com bordas lisas e de fácil limpeza
  • A limpeza: deve ser feita diariamente, com água, sabão e produtos de limpeza adequados. Evitar produtos com odor ativo, como os derivados de amoníaco. Evitar, também, usar vassouras e espanadores, bem como aspiradores que não tenham filtros para reter partículas bem pequenas
  • Colchões e travesseiros: trocar travesseiros uma vez por ano e preferir modelos com espuma inteiriça. Evitar penas ou flocos. Encapar colchões e travesseiros com capas especiais contra ácaros e trocar as roupas de cama semanalmente.

sábado, 16 de novembro de 2013

Testes especiais do punho e mão

por: Colunista Portal - Educação
O terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente
O terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente
Teste de Phalen e Phalen invertido

Posição do paciente: sentado ou em pé, com os cotovelos fletidos à 90º e com os punhos com o dorso em contato e à 90º de flexão.

Descrição do teste: o terapeuta instrui o paciente para realizar uma flexão do punho e colocar o dorso da mão em contato com a outra mão, permanecendo por 1 minuto.

Sinais e sintomas:
esse teste serve para diagnosticar a síndrome do túnel do carpo e o aparecimento de formigamento ou dormência na mão, principalmente na região que vai até o 3º dedo, demonstra positividade do teste.

OBS: o teste de Phalen invertido é o mesmo teste, porém é realizado com os punhos em extensão máxima, ou seja, em posição de “reza”.

Teste de Finkelstein

Posição do paciente: sentado ou em pé, com o polegar aduzido e fletido, sendo “segurado pelos outros dedos”, associado a um desvio ulnar.

Descrição do teste:
teste utilizado para diagnosticar a tenossinovite estenosante De Quervain, que abrange o primeiro compartimento dorsal (tendões do abdutor longo e do extensor curto do polegar). O terapeuta instrui o paciente para realizar ativamente ou passivamente o desvio ulnar estando com o polegar aduzido e fletido na palma da mão.

Sinais e sintomas: dor com forte sensação de “agulhada” sobre o processo estilóide do rádio.

Teste de Tinel

Posição do paciente: sentado ou em pé, com o punho em supinação e palma da mão aberta.

Descrição do teste: o terapeuta percute com o seu indicador as regiões do túnel do carpo e do túnel de Gyon.

Sinais e sintomas: no momento da percussão, nos trajetos dos nervos mediano e ulnar nos túneis carpais, o paciente refere à sensação de formigamento ou choque irradiado para o 3º dedo no caso de síndrome do túnel do carpo e no 5º dedo no caso da inflamação do túnel do nervo ulnar.

Teste de Allen


Posição do paciente: sentado, com a palma da mão aberta e flexão de cotovelo a 90º.

Descrição do teste: o terapeuta instrui ao paciente que realize repetidas vezes abrir e fechar a mão, mantendo pressionadas a artéria radial e ulnar na altura do punho com os seus dedos polegares. Após perceber a “fuga” do sangue da mão do paciente, ou seja, a mão ficar pálida, o terapeuta deverá soltar apenas um lado e testar o fluxo da artéria correspondente observando a coloração da mão. Se a mão voltar a ter a coloração normal, a artéria contribui significativamente e sua perfusão estará normal. A manobra deverá ser repetida soltando-se agora apenas o fluxo da outra artéria e observar a coloração da mão.

Sinais e sintomas: durante o teste, o terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente e também deverá manter uma pressão constante da artéria contralateral, para não haver interferência na observação. Normalmente, ambas as artérias suprem adequadamente a mão, mas caso a cor da palma da mão demorar significa que após a liberação de ambas as artérias o examinador deverá concluir que a perfusão estará limitada e o teste será positivo.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/29723/testes-especiais-do-punho-e-mao#ixzz2kp86EMr4

 

Interoperabilidade: o desafio dos sistemas de e-Saúde

Na luta contra doenças, cada milésimo de segundo é vital para garantir a manutenção da saúde dos pacientes. E, nesse sentido, contar com informações integradas e padronizadas sobre o histórico da pessoa enferma é a principal estratégia dos estabelecimentos de saúde para correr contra o tempo. Por isso, seja em soluções tecnológicas ou na adoção de padrões de nomenclatura, os investimentos em interoperabilidade emergem como uma demanda cada vez mais urgente das empresas no setor, pois podem permitir, por exemplo, que os dados do paciente atendido em um hospital de São Paulo fiquem disponíveis em estabelecimentos do Rio de Janeiro.
A gerente de marketing da Wareline, Paula Usier, lembra que interoperabilidade é a capacidade de dois ou mais sistemas trocarem informações, independente do software de gestão utilizado. “E, para que essa troca seja viável, são necessários padrões de linguagem”, esclarece. De acordo com ela, hoje, os maiores problemas de interoperabilidade do setor envolvem o estabelecimento de padrões de nomenclatura e não necessariamente questões tecnológicas. “Muitos sistemas internos dos hospitais não conversam somente por uma questão de custo”, avalia Paula.
Com a mesma opinião, o CEO da Unit Care e presidente do capítulo Brasil da Continua Health Alliance, Luiz Tizatto, destaca que há interesse comercial dos fabricantes em utilizar padrões próprios, de forma a tornar o usuário refém dessa condição. “Quando a empresa cria um equipamento interoperável, aumenta o leque de concorrentes, pois o seu produto pode ser facilmente substituído”, destaca Tizzato.
Para ele, o maior problema da baixa interoperabilidade entre os sistemas envolve a dificuldade de acesso ao histórico dos pacientes. “Se a pessoa é atendida pela primeira vez em um lugar diferente do habitual, não há como acessar seus dados históricos, as cirurgias feitas e suas alergias”, lamenta o presidente. De acordo com ele, por isso, operadoras de saúde verticalizadas e integradas, que utilizam um sistema de prontuário único, têm menor redundância de exames. Isso ocorre, pois, muitas vezes, o paciente não leva as análises anteriores quando visita pela primeira vez o médico, de forma que o profissional precisa solicitar novamente exames que podem já haver sido feitos. “Não se deve tomar uma decisão clínica com base somente no depoimento do paciente”, justifica.
Ao avaliar o cenário descrito por Tizzato, o presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), Marco Antonio Gutierrez, afirma que os laboratórios tendem a enfrentar os piores problemas em relação à interoperabilidade, na medida em que os exames apresentam muitas especificidades, incluindo o método por meio do qual o procedimento foi realizado e sua faixa de valor. “Neste caso, só o uso do TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar), por exemplo, não funciona, já que o padrão só serve para comunicação com o convênio”, destaca. Já o TISS (Troca de Informação para Saúde Suplementar), explica, padroniza o vocabulário médico e define a troca da informação no nível da comunicação entre os sistemas, se apoiando em nomenclaturas como o CID (Código Internacional de Doenças).
Para Gutierrez, não faltam padrões no mercado, já que há modelos bem estabelecidos, como é o caso do DICON (Digital Imaging and Communications in Medicine) e o HL7 (Health Level Seven), capazes de resolver boa parte dos mecanismos para integração. No entanto, os modelos não resolvem os problemas de nomenclatura e semântica médica. “Eles determinam os protocolos de comunicação para transmitir as informações sobre os pacientes entre as empresas do setor, mas para saber como registrar o conteúdo desses documentos, também é preciso contar com padrões como o CID (Código Internacional de Doença)”, esclarece, destacando que o HL7 pode ser usado para transmitir texto livre, sem conteúdo semântico.
Avanços
Em relação ao HL7, Paula, da Wareline, o considera um dos principais do mercado, na medida em que foi criado por uma organização sem fins lucrativos e inclui as áreas de administração, avaliação e distribuição dos serviços de saúde. “Ao investir em interoperabilidade, as empresas poderão relacionar diagnósticos atuais a doenças e condições prévias, reduzindo erros médicos. Além disso, a gestão financeira das instituições também tende a melhorar, evitando a repetição de exames já realizados”, defende Paula.
Em linha com os pensamentos de Paula, o diretor-executivo do Instituto HL7 no Brasil, Marivan Santiago Abrahão, comenta que a complexidade da informação no setor de saúde, bem como sua origem diversa, exige a criação de padrões de dados, de forma a garantir um diálogo integrado dentro e fora das empresas. “Os protocolos de comunicação e intercâmbio permitem que as aplicações clínicas se comuniquem, gerando benefícios às empresas e aos pacientes”, reforça.
Abrahão acredita que o problema da maioria dos padrões nacionais, como a tabela de procedimentos do SUS (Sistema Único de Saúde) e AIH (Autorização de Internação Hospitalar), é o fato de eles terem sido construídos não pela qualidade dos padrões que representam, mas motivados pela necessidade de cobrar e controlar faturamento, como é o caso do TISS, elaborado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Complementar). “Por outro lado, antes dele, cada convênio operava com um modelo para solicitar informações e os hospitais tinham um trabalho imenso com a tarefa”, diz. Ainda para Abrahão, a grande vantagem do HL7 é abranger o ciclo de vida completo de uma especificação de padrões.
Integração na prática
Hospital filantrópico que atende pacientes do SUS, convênios e casos particulares, a Santa Casa de São José do Rio Preto registra 60 internações e 180 atendimentos no ambulatório ao dia. Motivada pelo aumento significativo na demanda por informações dos pacientes em tempo real, passou a investir em interoperabilidade em 2009 para poder trabalhar com dados armazenados em diferentes bases.
“Criamos procedimentos estratégicos, fluxos e processos para coletá-los e transformá-los em indicativos que servem de apoio às decisões da alta gestão”, explica o gerente de TI, Leonardo Vizoná. Isso significa que o projeto para melhorar a interoperabilidade do hospital baseou-se na adoção de um sistema de Business Intelligence (BI), desenvolvido internamente pela gestão tecnológica. De acordo com Vizoná, a solução coleta informações em diferentes formatos e as insere em uma base de dados repositória, utilizada para elaborar indicadores sobre pacientes e relatórios administrativos.
Aliado à adoção da ferramenta de BI, a Santa Casa também investiu na gestão unificada dos seus processos de trabalho, por meio da aquisição de um datacenter. “Com isso, hoje, todos os nossos processos são virtualizados e oferecem alta disponibilidade e segurança das informações”, enfatiza Vizoná, comentando que o hospital já investiu R$ 450 mil em projetos para integrar seus ambientes.
Já como desafios, ele aponta a necessidade de garantir a confiabilidade das informações que circulam pelo ambiente de TI, pois a entidade ainda perde muito tempo analisando a integridade dos dados. “Os médicos têm de executar alguns processos de forma manual, entre eles buscar procedimentos ou CIDs para fornecer diagnósticos imediatos”, explica. Por isso, os próximos investimentos devem envolver a adoção de ferramentas tecnológicas que permitam ganhar tempo na análise e processamento das informações.

 

sábado, 9 de novembro de 2013

Reposição de testosterona tem ligação com infarto e AVC

O uso da reposição de testosterona em homens está associado com um risco aumentado de morte por infarto ou AVC isquêmico, de acordo com os resultados de um estudo feito pela VA Eastern Colorado Health Care System (EUA). O trabalho foi publicado em 06 de novembro no Journal of the American Medical Association.

A pesquisa incluiu 8.709 homens com baixos níveis de testosterona, que foram submetidos à angiografia coronariana entre 2005 e 2011. Dentre os participantes, 20% tinham uma história prévia de infarto do miocárdio, 50% tinham diabetes e mais de 80% possuíam doença arterial coronariana. No decorrer do estudo, 1.223 homens começaram a terapia de reposição de testosterona.

Após um seguimento médio de 27 meses, 748 homens morreram, 443 sofreram um infarto e 519 e tiveram um AVC. Separando a porcentagem de eventos cardiovasculares entre quem fez ou não reposição, ao final de um ano 10,1% daqueles que não receberam testosterona sofreram algum episódio, contra 11,3% que fizeram. Ao fim de dois anos, a taxas absolutas foram para 15,4 % e 18,5 %, respectivamente, e em três anos, as taxas absolutas foram para 19,9% e 25,7 %, respectivamente.

Em geral, a utilização de terapia de testosterona foi associada com um aumento no risco de morte por infarto ou AVC em 29%, e o risco permaneceu inalterado após o ajuste para a presença de doença da artéria coronária e outros fatores. Não houve diferença significativa entre as formulações e vias de administração para a testosterona - embora sejam necessários mais estudos para avaliar esse aspecto.

Segundo os autores, foi descoberta uma associação que não é causal, dada a natureza observacional do estudo. Entretanto, ele fornece algumas evidências de que a terapia com testosterona pode estar associada a algum risco aumentado de eventos cardiovasculares adversos. Para os pacientes que estão iniciando a terapia ou que estão atualmente em tratamento, isso pode justificar uma discussão com seus médicos sobre os potenciais benefícios da terapia versus o risco potencial. Os cientistas afirmam que a decisão deve ser individualizada para cada paciente.

No momento, não se sabe muito sobre o possível mecanismo que possa contribuir para o aumento do risco de eventos cardiovasculares em pacientes tratados com testosterona, mas os estudiosos afirmam que a testosterona pode aumentar os níveis de hematócrito, afetando a agregação plaquetária e piorando a apneia do sono. Mais estudos são necessários para abordar o possível mecanismo.

Nove sinais que indicam baixa testosterona em homens
O efeito dos hormônios na personalidade das mulheres é bem conhecido, principalmente na fase da TPM. Mas, e os homens? Eles também são afetados pela produção hormonal? Sim, a testosterona, principal hormônio presente no organismo masculino, influencia o comportamento, o desempenho sexual e também algumas características físicas. A endocrinologista Ruth Clapauch, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, explica que os níveis de testosterona no sangue do homem caem naturalmente com o passar da idade, aproximadamente 1% ao ano a partir dos 40. "Dessa forma, é importante incluir a dosagem de testosterona em seus exames de rotina a partir dessa idade, pois uma baixa dosagem nesse período pode ser um sinal de alerta para problemas com a deficiência desse hormônio no futuro", diz. No geral, os níveis adequados de testosterona variam entre 300 a 900 nanogramas por decilitro de sangue. Entretanto, alguns homens podem sofrer com taxas reduzidas desse hormônio mais cedo do que o esperado, causando uma série de alterações e sintomas pelo corpo todo, sendo necessária a reposição hormonal. "Obesidade e doenças crônicas, como bronquite e problemas cardíacos, são fatores que podem acarretar na alteração do hormônio", explica a endocrinologista. Entenda como a deficiência de testosterona pode afetar seu organismo e, na dúvida, converse com seu médico.

Apesar de uma bem sucedida cirurgia de reparação do ligamento cruzado anterior (LCA), e sua posterior reabilitação, em alguns pacientes com joelhos em que esse ligamento foi reparado, continuaram a ter os chamados pivot shift, ou episódios em que o joelho se deforma durante a atividade.

A descoberta do novo ligamento no joelho humano

Nova parte do corpo descoberta em ligamentos do joelhoNos os últimos quatro anos, os cirurgiões ortopédicos Dr. Steven Claes e o Professor Dr. Johan Bellemans vêm realizando pesquisas sobre graves lesões do LCA em um esforço para descobrir o porquê a recuperação não é completa.
O ponto de partida foi um artigo datado de 1879 escrito por um cirurgião francês que postula a existência de um ligamento adicional localizado na parte anterior do joelho humano.
Essa postulação acabou por ser correta, os médicos belgas são os primeiros a identificar o ligamento previamente desconhecido depois de um amplo estudo em cadáveres usando técnicas de dissecação macroscópica.
Sua pesquisa mostra que o ligamento, que recebeu o nome de ligamento ântero-lateral (LAL), está presente em pelo menos 97 por cento de todos os joelhos humanos. Outras investigações descobriram que o pivot shift, uma complicação comum após a reabilitação do LCA, é causada por uma rutura no ligamento LAL.
Algumas das conclusões foram publicadas recentemente no Journal of Anatomy.‪ As questões de pesquisa e pensamento médico atual sobre lesões do LCA graves poderiam sinalizar um avanço no tratamento de pacientes com lesões do LCA graves. O Dr. Claes e Professor Bellemans estão atualmente trabalhando em uma técnica cirúrgica para corrigir todas essas lesões. Esses resultados estarão prontos em vários anos.
Rompimentos no ‪LCA são comuns entre os atletas em esportes pesados, tais como futebol, basquete, esqui e vôlei.

Referências, Fontes e Bibliografia

 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O que é Cervicalgia?

A cervicalgia costuma ser insidiosa, sem causa aparente. Mas raramente se inicia de maneira súbita, em geral está relacionada com movimentos bruscos do pescoço, longa permanência em posição forçada, esforço ou trauma e até mesmo alterações da ATM (articulação têmporo-mandibular). O paciente com cervicalgia geralmente relata uma melhora quando está em repouso e exacerbação da dor com o movimento.

Sintomas e sinais da Cervicalgia

O paciente com cervicalgia costuma adquirir uma atitude de defesa e rigidez dos movimentos ocorre também uma alteração na mobilidade do pescoço e a dor durante a palpação da musculatura do pescoço podendo também abranger a região do ombro e nos casos mais graves ou prolongados irradiando para todo o membro superior.
Em relação à dor, o paciente pode queixar-se desde uma dor leve local e uma sensação de cansaço, até uma dor mais forte e limitante. O braço, além de doer, pode apresentar alterações de sensibilidade e força muscular, são as chamadas “alterações neurológicas”.
O paciente refere adormecimento de alguma área ou de todo o membro, podendo ser contínua ou desencadeada por algum fator. A fraqueza muscular acontece em casos mais graves ou prolongados sendo geralmente progressiva. Podem existir também alterações nos reflexos encontrados em algumas inserções musculares no punho, cotovelo e ombro nos casos mais graves.
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Causas da Cervicalgia

As cervicalgias podem ser decorrentes, de desordem mecânica, fatores posturais e ergonômicos ou ao excesso de sobrecarga dos membros superiores. A dor cervical resulta em perda na produtividade importante em certas ocupações e a maior predisposição de lesão associa-se a certos tipos de atividades e à idade. A cervicobraquialgia caracteriza-se por dor cervical com irradiação para membro superior, normalmente devido à compressão da raiz nervosa proveniente da região cervical sub-axial. Trabalhos que envolvam movimentos repetitivos de membros superiores e flexão da coluna cervical estão relacionados à dor cervical.

Diagnóstico e exames

O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como raio-x, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada

Tratamento para Cervicalgia

RMA da Coluna Vertebral
É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, mesa de tração eletrônica, mesa de descompressão dinâmica. Estabilização Vertebral e Exercícios de Musculação. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

Médico brasileiro transmite cirurgia usando o Google Glass

 Primeira experiência do tipo conduzida no Brasil - Hospital São Camilo de Salto, em São Paulo - utilizou dispositivo para orientar cirurgia a distância e aumentar recursos de cirurgiões

Um médico do Hospital São Camilo, de Salto, no interior de São Paulo, foi o primeiro no Brasil a utilizar o Google Glass – óculos inteligentes do Google – para transmitir uma cirurgia em tempo real, via web. Miguel Pedroso utilizou o acessório durante uma laparoscopia colectomia direita, procedimento para a retirada parcial do cólon (porção do intestino grosso), realizada no último dia 25 de outubro.
A consultoria especializada Onoffre Consulting e o Instituto Lubeck, especialista em ensino e pesquisa de cirurgias laparoscópicas, foram parcerias do hospital para a experiência. Pedroso usou o equipamento para duas simulações. Na primeira, transmitiu vídeos do procedimento cirúrgico para uma sala de aula, sendo orientado pelo cirurgião Mauro Pinho, que orientava o procedimento à distância – sendo observado pelos alunos do Lubeck.
Na segunda, Pedroso assistiu no próprio Glass vídeos pré-gravados de instrução para laparoscopias. Os vídeos didáticos buscam orientar um médico com pouca experiência neste tipo de procedimento, dando-lhe mais segurança. Para Pedroso, o uso do acessório significa uma “nova era” para a telemedicina.